Os hipotéticos dias de descanso transformaram-se num cansaço ainda maior. O calor e as horas infinitas a acompanhar jogos de ténis... vai lá vai, foi duro, muito duro. Ainda por cima foram apenas cinco, as horas de sono no intervalo.
A casa de Tere tem mel e isto de sair às quatro da manhã já se vai tornando num hábito.
O momento mais alto foi sem dúvida, o jogo entre os dois Homens da minha vida. Pai e filho defrontaram-se, num jogo, desculpa Jorge, sem história e com o desfecho esperado.
O filho levou a melhor mas o pai ainda deu alguma luta.
O menino seguiu em frente, nos dois torneios e deixou os papás babados, não só pelas vitórias, porque as mereceu, mas também pela maturidade que demonstrou.
Se há uns anos a raquete ia parar de vez em quando ao chão, caía-lhe das mãos, desculpava-se ele, hoje em dia já é capaz de lidar melhor com os pontos perdidos. E isso é bom de ver, assistir ao crescimento do meu rapagão e orgulhar-me cada vez mais dele.
Como nisto do mau perder não sai à mãe, interrogam-se os senhores leitores, a quem sairá?
Pois que ao pai dele. Também aqui a tradição já não é o que era.
Muito mais calmo também ele merece os meus parabéns. Apesar da estafa, soube bem estar com eles.
01/06/09
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